
Terminei hoje o último ciclo da quimioterapia. Tive, finalmente, "ordem de soltura". Até fui tirar o infusor mais cedo (ainda de manhã) do que sempre fiz. Queria ver-me livre daquele "trambolho" quanto antes. Não só por mim, para me sentir solto, mas também pelo meu filho, a quem o dito fazia muita confusão. "Pai, sangue", "pai, tira" eram expressões que me massacravam. Finalmente, livre!
E, desta vez, sem desmaios, como me disse uma enfermeira para eu aqui escrever. Não me esqueci, como pode ver.