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- Problemas urinários.
- Incapacidade de urinar, ou dificuldade em iniciar ou parar o fluxo de urina.
- Necessidade frequente de urinar, principalmente à noite.
- Fluxo de urina fraco ou intermitente.
- Dor ou ardor durante a micção.
- Dificuldade em ter uma ereção.
- Sangue na urina ou no sémen.
- Dor frequente na zona inferior das costas, nas ancas ou na zona superior das coxas.
"O cancro da próstata é a segunda causa de morte por cancro no homem, atrás do cancro do pulmão, e é o cancro mais frequente nos homens acima dos 50 anos. A vigilância médica periódica é essencial para despistar o cancro da próstata, uma vez que este não apresenta sintomas numa fase inicial", alerta Rui Borges, médico urologista do Hospital Lusíadas Porto. Esta patologia representa cerca de 3,5% de todas as mortes e mais de 10% das mortes por cancro em Portugal.
"A vigilância médica periódica é essencial para despistar o cancro da próstata, sendo que esta doença pode começar por volta dos 45 anos nos doentes sem fatores de risco. A vigilância deve ser antecipada para os 40 anos de idade nos doentes de risco e consiste no exame do toque retal e no doseamento do PSA (o antigénio específico da próstata) no sangue", esclarece o urologista.
"Sabe-se também que apesar de ser a segunda causa de morte por cancro no homem, quando o cancro da próstata é detetado precocemente a possibilidade de cura ronda os 85%", conclui.